WCF - Chamadas Assíncronas
Muitas vezes desenvolvemos um método para desempenhar alguma tarefa e, depois de devidamente codificado, invocamos o mesmo a partir de algum ponto da aplicação. Dependendo do que este método faz, ele pode levar certo tempo para executar e, se o tempo for consideravelmente alto, podemos começar a ter problemas na aplicação, pois como a chamada é sempre realizada de síncrona, enquanto o método não retornar, a execução do sistema que faz o uso do mesmo irá congelar, aguardando o retorno do método para dar seqüência na execução. A finalidade deste artigo é mostrar como implementar o processamento assíncrono tanto do lado do cliente (proxy) bem como do lado do servidor (contrato) em serviços WCF.
Categoria:
CSD
- Data de Publicação:
20/08/2008 21:34:15
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WCF - Serviços RESTFul
A versão 3.5 do Windows Communication Foundation introduziu uma nova forma de expor e consumir serviços. Esse novo modelo, também conhecido como Web Programming Model, permite o consumo destes serviços através dos mais variados clientes, como é o caso dos navegadores. A finalidade deste artigo é explorar os tipos que estão disponíveis para tornar isso possível.
Categoria:
CSD
- Data de Publicação:
27/07/2008 08:36:00
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WCF - Expondo componente COM+
Com o surgimento do WCF, uma plataforma de comunicação unificada, a Microsoft não se esqueceu do legado, ou seja, de componentes grandes e complexos hospedados no COM+ e, possibilita a utilização do WCF para expor esse componente através do HTTP (ou qualquer outra forma). Ao contrário do que acontecia anteriormente com Web Services, não precisamos recorrer ao Component Services para isso. Junto com o SDK do .NET Framework 3.X, a Microsoft disponibiliza uma ferramenta chamada Microsoft Service Configuration Editor que, dentre todas as funcionalidades disponibilizadas, uma delas é a possibilidade de integração de um componente COM+ a um serviço WCF, que será tema deste artigo.
Categoria:
CSD
- Data de Publicação:
05/07/2008 10:20:17
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WCF Partial Trust
Na primeira versão do WCF (Windows Communication Foundation) - .NET Framework 3.0 - ele não era suportado em ambientes que estavam sob Partial Trust, o que obrigava muitos clientes a conceder mais direitos do que o necessário para poder executar/invocar um serviço escrito em WCF. Depois de muitas requisições, a Microsoft decidiu afrouxar essa segurança com o lançamento do .NET Framework 3.5, permitindo (com várias restrições) que serviços sejam invocados a partir de um ambiente parcialmente confiável. A finalidade deste artigo é exibir como criar um proxy para um serviço que expõe um endpoint não suportado neste ambiente.
Categoria:
CSD
- Data de Publicação:
06/05/2008 22:41:36
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Por dentro da Base Classe Library
A Base Classe Library (também conhecida como BCL) é um conjunto de classes que o .NET disponibiliza para todas as linguagens que rodam sob o .NET Framework. Essa base encapsula várias funcionalidades que tornam o trabalho dos desenvolvedores muito mais fácil. As classes contidas dentro da BCL é comum para qualquer tipo de aplicação, ou seja, independentemente de tecnologia (ASP.NET, Windows Forns, WPF, etc.), você poderá consumir essas classes que, representam tarefas que são comumente utilizadas. Veremos no decorrer deste artigo/livro cada um dos principais namespaces da BCL. A idéia é abordar o conteúdo mais útil ao dia-à-dia, mostrando exemplos em Visual Basic .NET e Visual C#.
Categoria:
.NET 2.0
- Data de Publicação:
23/02/2008 09:00:44
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Criando um BuildProvider
Apesar de você não perceber, muito provavelmente já deve ter utilizado esta funcionalidade. Quando criamos arquivos de resources na nossa aplicação, automaticamente é criada uma classe chamada Resources e, dentro dela, são criadas propriedades que servem de wrapper para acessar cada um dos itens de forma mais simples e, conseqüentemente, já tendo suporte através do intellisense do Visual Studio .NET 2005. Isso é possível graças a um builder provider chamado ResourcesBuildProvider que está contido no namespace System.Web.Compilation. A finalidade deste artigo é mostrar possíveis cenários para a utilização e também explicar como proceder para construí-lo.
Categoria:
ASP.NET 2.0
- Data de Publicação:
18/12/2007 05:04:57
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Criando novos Providers
A arquitetura chamada pela Microsoft de Provider Model foi introduzida na versão 2.0 do ASP.NET com a finalidade de podermos configurar um determinado repositório de dados, tornando isso plug and play. Porém, isso não é novidade. O que poucos sabem é que podemos utilizar essa mesma arquitetura para criar nossos próprios providers, não necessariamente vinculando-os a alguma fonte de dados. A idéia deste artigo é ilustrar como devemos proceder para criar o nosso próprio modelo de providers e, tirar todo o proveito fornecido pela plataforma, ou seja, tornar a mudança entre um provider e outro de forma transparente, sem a necessidade de recompilar a aplicação.
Categoria:
ASP.NET 2.0
- Data de Publicação:
11/09/2007 09:12:27
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ASP.NET Internals
O ASP.NET introduziu uma nova forma de desenvolver aplicações Web, onde temos uma produtividade muito maior em relação ao ASP Clássico e, além disso, uma base sólida e comum de tipos que nos permite desenvolver uma aplicação muito mais robusta e performática. Além disso, o ASP.NET fornece uma flexibilidade muito grande onde, através de alguns objetos, você pode estender ou mudar o comportamento do processamento de uma determinada requisição. Com toda essa facilidade, alguns pontos ainda são bem obscuros, principalmente no que diz respeito ao processo de recebimento e execução de um pedido. Apesar de não ser uma matéria obrigatória para o desenvolvimento de aplicações ASP.NET, a idéia deste artigo é explorar e entender todo o processamento de uma requisição para um recurso ASP.NET, começando desde o IIS até o processo interno, referente ao runtime do ASP.NET.
Categoria:
ASP.NET
- Data de Publicação:
08/08/2007 18:08:40
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